Tendências que vão moldar o marketing e o posicionamento em 2026
- Wilson M Spinola

- 29 de dez. de 2025
- 3 min de leitura

(Kantar + leitura estratégica SPiCOM8) A pergunta que importa para um CEO em 2026 não é:
“O que está mudando no marketing?”
A pergunta certa é:
“Quais dessas mudanças impactam diretamente: posicionamento, CAC, negociação e competitividade da minha marca?”
Porque o marketing em 2026 não será decidido por volume de conteúdo, campanhas isoladas ou experimentos aleatórios.
Será decidido por clareza estratégica e por uma nova lógica de mercado em que:
Máquinas filtram marcas antes de pessoas
Microcomunidades substituem massa
Autoridade supera barulho
E a divergência bem posicionada vale mais que presença constante
As tendências listadas pela Kantar são um bom termômetro global. Mas sem interpretação estratégica, elas viram apenas buzzwords. O que muda para marcas B2B que querem crescer com previsibilidade em 2026?
1- IA deixa de ser ferramenta e vira intermediária
Se antes o cliente encontrava a marca pelo Google, agora modelos generativos escolhem quem merece aparecer.
Se sua marca não existe no vocabulário das máquinas, você entra tarde na conversa.
Isso exige algo novo: GEO (Generative Engine Optimization) - É o próximo SEO, mas mais estratégico e muito mais ligado ao posicionamento do que ao algoritmo. 2026 favorece marcas com clareza estratégica, histórico e narrativa consistente, porque isso alimenta a IA com contexto, não apenas com dados.
2- Dados continuam importantes, mas confiança vale mais
Em 2026, marcas poderão ampliar audiências com dados sintéticos, digital twins e segmentações inteligentes.
Mas existe um ponto cego:
Mais dados não resolvem falta de posicionamento.
Sem narrativa clara, o dado vira ruído.
As marcas que vencem serão as que unem:
Dados consistentes
Narrativa única inovadora
E posicionamento claro e reconhecível
3- A criatividade volta para o centro, mas guiada por critério
A Kantar aponta um movimento claro:
O teste orientado por emoção e intenção de compra substituirá “otimização de campanha”.
Em outras palavras:
Não vence quem produz mais.
Vence quem produz o que molda percepção e intenção.
E isso exige uma pergunta que quase nenhuma empresa faz:
“A peça comunica quem somos ou só o que fazemos?”
4- Microcomunidades substituem audiência em massa
O feed genérico está morrendo.
O que cresce?
Fóruns privados
Círculos nichados
Espaços de autoridade
Relacionamento com clusters decisores
Isso muda a lógica do marketing B2B, Não é sobre falar com todo mundo. É sobre estar no radar certo antes da RFP existir.
5- Experimentação vira requisito, não diferencial
Em 2026, marcas avessas a risco pagarão o preço do atraso. Mas experimentação não significa caos.
Significa estrutura:
Testar dentro de critérios estratégicos. Não testar para “ver se funciona”.
A diferença é simples:
Tentativa e erro custa CAC.
Experimentação com método constrói vantagem.
6- Inclusão deixa de ser discurso e vira filtro de confiança
Não é mais sobre campanhas temáticas. É sobre coerência institucional.
Em 2026, talentos e clientes vão rejeitar empresas que comunicam uma coisa e operam outra.
7- Criadores viram extensão da marca, não mídia terceirizada
Marcas deixarão de contratar influenciadores por alcance.
O critério muda:
Alinhamento narrativo
Coerência simbólica
Profundidade, não volume
Criadores que viram voz estratégica da marca serão mais valiosos do que campanhas isoladas com dezenas de criadores genéricos.
8- O retorno dos vídeos longos (e por quê isso importa)
Durante anos, acreditou-se que o futuro era resumido em três segundos de atenção.
2025 provou o contrário.
O dado interpretado e confirmado pelo comportamento de TikTok, Instagram e LinkedIn, mostra um movimento claro:
Vídeos curtos geram descobertas, mas em sua maioria geralmente são rasos demais e para gerar engajamento qualificado. Vídeos longos constroem justamente percepção, confiança e preferência para construção de marca.
O motivo é simples:
Curto entretém.
Médio informa.
Longo orienta decisão.
E no B2B, decisão envolve risco, alinhamento interno e narrativa racional.
Ou seja:
Conteúdo rápido atrai. Conteúdo profundo e técnico converte.
O fio condutor dessas tendências é um só:
2026 não vai premiar empresas que fazem mais. Vai premiar empresas que sabem quem são e comunicam isso com consistência, método e posicionamento.
Se o seu marketing hoje depende de:
Volume de posts
Conteúdo genérico
Disputa por atenção
Argumentação comercial excessiva
Então 2026 não será crescimento. Será correção de rota.
O ponto de decisão é simples:
Sua marca está preparada para ser escolhida por humanos e algoritmos ou está só participando da conversa?
O papel do método GGM (Gestão Global de Marca)
O GGM existe para resolver exatamente esse ponto:
Clarificar quem sua marca é
Estruturar posicionamento competitivo
Modelar narrativa alinhada ao decisor
Preparar sua presença estratégica para IA, comitê de compra e novos mercados
Se esse texto descreveu a sua realidade, escreva nos comentários:
“2026 exige posicionamento.”
Eu te respondo pessoalmente com um insight específico para o seu setor.
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